infiniteinme

"Não tenho nada a dizer, nunca tive, mas dizia assim mesmo, balbuciava palavras sem sentido e intenção, e todos eles acreditavam. Até que entendi que a vida não é assim, sair mentindo para todos sobre tudo, não, claro que não, pois se fosse, seria mais difícil, eles não acreditariam tão facilmente. Mas agora é tarde, já foi!"
Ela escrevia em seu caderno, até que acabou, parou, tudo escureceu, a noite engoliu, ela foi tomada pelo balanço da incosciência.

Calma, ela não morreu, apenas pegou no sono.

Juliana Costa (26/11)









O sorriso Chanel
nas fotos do mural
memórias de papel

a pele L’Oréal
tão fora do real
mundo de cordel

mas quem vê
o rosto bacana
não quer saber
das noites de insônia

valsademaio


(Source: uglypnis)


wehadfacesthen:

Self-portrait with camera, 1950, photo by Peter Keetman
via inneroptics

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Self-portrait with camera, 1950, photo by Peter Keetman

via inneroptics



Vintage & Nature Blog

(Source: beefpho)


Não posso dizer que me sinto aliviada nem contente; ao contrário, me sinto esmagada. Só que meu objetivo foi atingido: sei o que desejava saber; compreendi tudo o que me aconteceu a partir do mês de janeiro. A Náusea não me abandonou e não creio que me abandone tão cedo; mas já não estou submetido a ela, já não se trata de uma doença, nem de um acesso passageiro: a Náusea sou eu.

Jean-Paul Sartre, ”A Náusea”. (pág.187)  (via oxigenio-dapalavra)


Sua risada devia tocar no rádio.

— Caio Fernando Abreu (via infidele)




relush:

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(Source: free-your-mind-and-think)


Dia de solidão
dia de multidão
dia de dizer sim
dia de dizer não

dia de tudo
dia de nada
dia de muito sol
dia de alvorada

tem dia “osso”
tem dia “nosso”
tem sempre mistério
tem sempre remorso

valsademaio


Sou a bagunça, a desordem, os destroços. Sou o abismo que se alimenta da tristeza com um pouco de escuridão. Sou uma história inacabada, uma alma sem morada, uma vida sem sorriso. Sou a cidade abandonada, que tem em seus dias um cotidiano totalmente sem graça, sou acompanhante da solidão. Sou aquele banco vazio da praça, sou do espelho um reflexo sem graça, sou um jardim esquecido pelo jardineiro amargurado. Sou o resto do que já foi inteiro, intenso, verdadeiro. Eu sou o que sobrou de um amor naufragado.

Eu sou: Restos de um naufrágio. (via acrescentada)


Eu não tinha interesses. Eu não tinha interesse em nada. Eu não tinha ideia de como iria escapar. Pelo menos os outros tinham algum gosto pela vida. Pareciam entender algo que eu não entendia. Talvez eu estivesse faltando. Foi possível. Eu sempre me senti inferior. Eu só queria ficar longe deles. Mas não havia nenhum lugar para ir.

Charles Bukowski.  (via vilipendi-ada)


O amor é como o mar, certo? Você nunca sabe se vai conseguir nadar o suficiente pra chegar em terra firme. Não sabe o que a profundeza esconde, mas mesmo assim você quer mergulhar e muitas vezes, esquece de colocar a ponta do pé para ver se está apropriada pra entrar.

Restos de um naufrágio.  (via acrescentada)


Um homem de verdade não vai se importar com o tamanho do seu sutiã, com a grossura das suas coxas, se você tem bunda grande e nem um sinal de barriga tanquinho… Um homem de verdade vai reparar seu sorriso, no jeito como você coloca o cabelo atrás da orelha quando está nervosa, na sua gargalhada e na forma de como você pronuncia o nome dele. Um homem de verdade vai te amar pelo conteúdo e não pela embalagem.

Autor desconhecido.   (via auroriar)

(Source: renato-07-12)


theme por por e-n-s-e-j-o-s com detalhes de querida solidão; e xantheose